O ex-boxeador porto-riquenho Prichard Colón morreu aos 33 anos, após passar quase 11 anos em estado vegetativo em decorrência de uma grave lesão cerebral sofrida durante uma luta em outubro de 2015.
Na ocasião, Colón enfrentou Terrel Williams e recebeu diversos golpes ilegais na parte de trás da cabeça, região proibida pelas regras do boxe. Durante o combate, o atleta chegou a reclamar das agressões e apresentou sinais de tontura.
Após a luta, Colón passou mal no vestiário e foi levado ao hospital, onde foi diagnosticado com um hematoma subdural e precisou passar por uma cirurgia de emergência. Ele permaneceu 221 dias em coma e, depois de despertar, ficou em estado vegetativo, necessitando de cuidados permanentes.
Antes da tragédia, Colón era considerado uma das grandes promessas do boxe. Profissional desde 2013, acumulou 16 vitórias em 16 lutas, sendo 13 por nocaute.


A morte foi confirmada nesta quinta-feira (13) pelo pai do atleta, Richard Colón. Prichard deixa uma história marcada pelo talento, pela luta pela vida e pelo debate sobre a segurança dos atletas no boxe.

O jornal Tribuna do Araguaia manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e admiradores de Prichard Colón neste momento de profunda dor. Que a família encontre força e conforto para enfrentar essa perda, e que sua história permaneça como um alerta para a importância da segurança e da proteção dos atletas no esporte.